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Escrito por Sensei Daisaku Ikeda
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Não há felicidade mais verdadeira para os seres humanos que recitar o Nam-myoho-rengue-kyo.
As palavras "seres humanos" logo no início de fato contém um grande significado, pois se referem a toda a humanidade. O ensino de Daishonin pode beneficiar todas as pessoas sem uma única exceção. O budismo é um ensino que existe para todos os seres humanos. Não é apenas para os japoneses, ou para os integrantes de um determinado grupo étnico ou país. Nitiren Daishonin declara fundamentalmente que, para todas as pessoas, sejam pobres ou ricas, famosas ou anônimas, poderosas ou cidadãos comuns, artistas ou cientistas, não existe felicidade, alegria e nem realização verdadeira sem a recitação do Nam-myoho-rengue-kyo. |
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Escrito por Jornal Brasil Seikyo 1983
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No escrito “Ouvindo sobre o veículo do Buda pela primeira vez”, endereçado a seu discípulo Toki Jonin, Daishonin explica o significado desse princípio. Segundo ele, “veneno” refere-se aos três caminhos — desejos mundanos, carma e sofrimento —, enquanto “remédio” indica as três virtudes — o corpo do Darma, a sabedoria e a emancipação. Transformar o veneno em remédio é o princípio pelo qual as pessoas que vivem em meio à causalidade negativa dos três caminhos podem manifestar o benefício positivo das três virtudes em sua própria vida, mediante o poder da Lei Mística.
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Última atualização ( Dom, 28 de março de 2010 22:37 )
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Escrito por Jornal Brasil Seikyo 1978
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Na Preleção dos Capítulos Hoben e Juryo, consta num trecho do Sutra de Lótus: “Um buda é aquele que serviu a centenas, a milhares, a dezenas de milhares, a incontáveis budas e executou um número incalculável de práticas religiosas”.
De acordo com essa descrição, um buda serviu e praticou sob orientação de um número incalculável de budas por um tempo inimaginavelmente longo. Essa prática contínua, repetindo o ciclo de nascimento e morte por muitas existências, tornou-se a causa para sua iluminação. Isso é denominado “prática para a iluminação por um período de incontáveis kalpas”. |
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Escrito por Jornal Brasil Seikyo 1978
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Tempos de crise são ótimas oportunidades para algumas reflexões, sobretudo com relação ao nosso comportamento e às nossas ações. Como premissa, é fundamental considerar que estamos inseridos numa cultura baseada na religiosidade hebraico-cristã, típica das sociedades ocidentais, que nos influencia no pensar e agir, embora tenhamos optado e sigamos a filosofia budista. Não raro, o budismo é interpretado sob essa ótica.
Um exemplo dessa “indução” é o sentimento de culpa. Culpar alguém por conta, por exemplo, de um resultado negativo, ou se sentir culpado — situação em que as pessoas são induzidas a lamentar o resultado de forma conformista ou crítica — é um momento em que raramente se considera a necessidade de mudar o comportamento para mudar o resultado. |
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