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Escrito por Revista Terceira Civilização 408
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 O conceito de carma é certamente um dos pilares fundamentais de toda a doutrina budista. É tão importante para a compreensão de certos aspectos filosóficos que seu uso já extrapolou os próprios budistas, sendo normalmente empregado por não-budistas e até mesmo não-religiosos.
A idéia de carma (do sânscrito karma ou karmam, significando “ação”), ou de que tudo é regido por causas e efeitos, bem como a concepção de que a vida passa pelo infinito ciclo de nascimento e morte, na verdade são anteriores ao surgimento do budismo, fazendo parte de diversas filosofias originárias da Índia e região. Entretanto, a partir do advento do budismo, esses conceitos foram reinterpretados, fornecendo então uma nova visão de vida às pessoas. |
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Escrito por Paulo Roberto Gaefke
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 Peça para um publicitário descrever o botão de uma camisa. Você ficará deslumbrado com tantas funcionalidades que ele vai achar para o botão e vai até mudar o seu conceito sobre o pobre botãozinho.
Peça para uma pessoa apaixonada descrever a pessoa amada, aquela pessoa bem "feiazinha" que você conhece desde a infância e vai até pensar que ele está falando de outra pessoa. O apaixonado enche a descrição de delicadezas, doçuras e gentilezas, transformando a fera em bela em instantes.
Peça para um poeta descrever o sol e a lua, e você vai se encantar pelos poderes apaixonantes da lua, pela beleza do sol que irradia seus raios como se fossem gotas do milagre divino no arrebalde da tarde quente onde o amor convida os apaixonados para viver a vida intensamente. |
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Escrito por Jornal BRASIL SEIKYO, EDIÇÃO Nº 160
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Geralmente, tudo que é diferente ao que as pessoas estão acostumadas é, a princípio, rejeitado ou visto com negatividade. O presidente Makiguti dizia: “Não julgue o desconhecido.” É isso o que acontece com o budismo. Devido o Brasil ter sua cultura arraigada na tradição cristã, o budismo, desconhecido pela maioria, é visto com reservas e muitas pessoas pensam que, por não falar em Deus, conforme a concepção que têm, não é uma religião correta, muito menos deve ser seguida. |
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Escrito por BRASIL SEIKYO, EDIÇÃO Nº 1996
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“Aqueles que creem no Sutra de Lótus são como o inverno; o inverno nunca falha em se tornar primavera. Desde os tempos antigos jamais se ouviu que o inverno tenha se transformado em outono ou que um devoto do Sutra de Lótus tenha se transformado numa pessoa comum” — este é um dos mais famosos trechos dos escritos de Nitiren Daishonin que tem servido de alento para inúmeras pessoas superarem suas dificuldades na jornada da vida em direção à felicidade.
Esse trecho faz parte da carta escrita em 1275 para a monja leiga Myoiti que vivia em Kamakura. Era uma mulher instruída que havia perdido seu marido e enfrentava dificuldades para criar seus dois filhos. Nitiren Daishonin escreveu-lhe a fim de encorajá-la, afirmando que os seguidores do Sutra de Lótus vivem como se estivessem em meio a um inverno, mas que essa situação infalivelmente se transforma em primavera. |
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