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Escrito por Revista Terceira Civilização
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 “O coração é o que importa” (The Writings of Nichiren Daishonin [WND], vol. I, pág. 1000), declara Nitiren Daishonin. Nossa mente ou nosso coração é realmente prodigioso e inescrutável. Podemos expandir e aprofundar o domínio de nosso espírito de forma ilimitada. O coração pode experimentar uma alegria infinita, uma sensação de liberdade absoluta, como um vôo pelo imenso céu azul. Ele pode envolver com calor e benevolência todos os que sofrem, como a luz brilhante do Sol, que a tudo ilumina. |
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Escrito por Revista Terceira Civilização 404
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A investigação científica dos fenômenos, a análise da natureza e dos mecanismos da mente e da cognição humanas têm levado ao intercâmbio entre várias ciências, como neurociência, psicologia, lingüística, filosofia e inteligência artificial. Juntas, elas formam a Ciência Cognitiva e têm o intuito de congregar esforços para a compreensão da mente humana. A neurociência estuda o desenvolvimento e as funções do sistema nervoso (o cérebro); a psicologia, as teorias sobre o funcionamento da mente propriamente dita; a lingüística, a principal função da mente humana (a linguagem); a filosofia fornece, por meio da lógica e da epistemologia, vários fundamento e dos instrumentos de análise de hipóteses da Ciência Cognitiva; e a inteligência artificial fornece os modelos de máquinas reais ou teóricas que poderiam simular a mente humana, particularmente o pensamento.
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Escrito por Jeanny Chen
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 Nitiren Daishonin escreve em “Comportamento do Buda”: “Cada um dos senhores deve acalentar esta resolução: sacrificar a sua vida por causa do Sutra de Lótus é como trocar uma pedra por ouro ou imundice por alimento” (END, vol. 1, págs. 155-156). Em essência, estamos trocando um destino infeliz por uma vida feliz. Conquistamos isto orando seriamente, atuando pelo Kossen-rufu e combatendo as influências negativas na nossa vida e na nossa sociedade. Poderia parecer que precisa-se de muito tempo para mudar os grandes problemas transformar nossa vida desde suas raízes - mas isso deve-se a que o ouro que recebemos em troca das pedras que foram alguma vez nossa vida é: mais boa sorte, mais benefícios e uma felicidade que nunca teríamos imaginado. |
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Escrito por Revista Terceira Civilização
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 Existem adversidades que têm origem em causas cometidas pelo próprio indivíduo na presente existência; e aquelas em que as causas foram praticadas em existências passadas. Essas causas do passado formam o carma, cujos efeitos traçam o destino na presente existência, isto é, a felicidade ou a infelicidade de uma pessoa. Contudo, o carma pode ser tanto positivo como negativo. Na maioria das vezes, esse termo é empregado no sentido de causas negativas. O budismo ensina a Lei de Causa e Efeito que abrange as três existências da vida: o passado, o presente e o futuro. |
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Escrito por Revista Terceira Civilização 470
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A vida e a morte integram o ritmo intrínseco da Lei Mística. Myo representa a morte, e ho, a vida. Os seres vivos que passam por essas duas fases da vida e da morte são entidades dos Dez Mundos, ou entidades do Myoho-rengue-kyo [literalmente, ou “o lótus da entidade”. Tient’ai explica que devemos compreender que os seres vivos e seu ambiente, juntamente com as causas e os efeitos que agem dentro de sua própria vida, todos constituem a Lei de rengue (o lótus). A frase “os seres vivos e seu ambiente” indica os fenômenos da vida e da morte. Então, fica claro que, onde existe vida e morte, a lei de causa e efeito, ou a Lei do lótus, está em ação.
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