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Escrito por Revista Terceira Civilização 426
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O prazer, físico e espiritual, é uma das sensações mais perseguidas pelo ser humano. Quem não gosta de sentir satisfação pela auto-realização, por uma conquista amorosa ou então sentir o deleite proporcionado pela diversão? Não há mal nenhum em ter essas sensações, elas podem servir de motivação para as pessoas prosseguirem em sua jornada da vida, elevando sua auto-estima. No entanto, por proporcionar essa sensação extremamente agradável, o “vento do prazer” é capaz de desviar as pessoas facilmente de seu curso, tirando-as do chão da realidade e erguendo-as “às nuvens”.
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Escrito por Revista Terceira Civilização 414
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 A expectativa da humanidade recai sobre meios alternativos e pacíficos que proporcionem resultados mais duradouros e que, sobretudo, estejam direcionados para a harmonia dos relacionamentos humanos nos seus diversos níveis.
Desde que surgiram os seres vivos passam por um processo evolucionário ininterrupto. Considera-se que o ser humano seja a espécie mais evoluída a habitar este planeta. A mesma natureza que o “moldou” na forma como é atualmente sofre alterações pelas mãos do homem tanto no plano ambiental quanto em outras áreas como a engenharia genética e a clonagem.
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Escrito por Sensei Daisaku Ikeda
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Vamos chamar de segredos do coração todas as coisas pessoais que guardamos em nosso interior. Os tesouros são as boas coisas e o lixo, as más. Mas, hoje, vamos deixar de lado os tesouros, pois por si sós são benéficos para nós e para as pessoas que estão ao nosso redor, e tratar das coisas ruins, aqueles sentimentos negativos, o lixo que nos deteriora e corrói por dentro. O primeiro e principal ponto é: nunca devemos deixar entrar lixo em nosso coração.
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Escrito por Jornal Brasil Seikyo 1754
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Consciente ou inconscientemente, a humanidade tem buscado fórmulas para uma juventude mais duradoura. Como sabemos, a literatura de inúmeros povos é rica em textos sobre a juventude eterna. Sabemos, porém, que essa juventude secular não passa de uma ilusão que se contrapõe a um fator mais importante: envelhecer com sabedoria.
O milenar budismo tem na compreensão da velhice um dos eixos de sua filosofia. Somando-se ao nascimento, à doença e à morte, a inexorável velhice é tratada no budismo como um dos quatro maiores sofrimentos do ser humano, pois junto com ela vem o temor da inatividade, do descontrole do corpo e da mente, do abandono, da irrelevância social etc. |
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Escrito por Revista Terceira Civilização 436
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 Nesse sentido, a sabedoria é algo que um budista precisa desenvolver ao longo de sua prática. Porém, não se trata do simples acúmulo de conhecimento, mas da capacidade de compreensão e discernimento fortalecida pela fé na Lei Mística, pela recitação do Nam-myoho-rengue-kyo. O sincero Daimoku possibilita às pessoas observarem profundamente sua própria vida.
Na obra Preleção dos Capítulos Hoben e Juryo do Sutra de Lótus, Daisaku Ikeda comenta: “A causa fundamental da infelicidade das pessoas reside em sua tendência para desenvolver apegos de vários tipos. O apego é um grilhão que prende o coração; indica os desejos mundanos, um desejo ardente e coisas semelhantes.” |
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